sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Desempenho Geral - Catarinense

A seguir publicaremos matérias com estatísticas gerais e ilustrativas do desempenho das equipes nos Estaduais do Sul.

Começamos a Série com o Campeonato Catarinense 2011

Jogos em Casa:


Jogos Fora de Casa:


domingo, 30 de janeiro de 2011

Performance das Equipes - Catarinense 2011

O Campeonato Catarinense 2011 não mostra uma estatística muito diferente quanto ao tempo dos gols em relação ao Paranaense. Embora a quantidade de gols seja bem diferente (3,50 média do Catarinense contra 2,37 do Paranaense) as proporções são semelhantes, com 60% dos gols na segunda etapa e 40% na primeira.

Mas quanto aos números entre os gols dos mandantes e visitantes existe uma pequena diferença, onde no Campeonato Catarinense nenhuma equipe visitante, até aqui, conseguiu marcar gols nos 15 minutos iniciais de jogo. Por outro lado foram 66% dos gols no segundo tempo, com 33% só nos 15 minutos iniciais da etapa complementar.

Em uma análise mais especifica, time a time até o final da 4ª rodada apenas o Joinville não marcou no 1º tempo, enquanto somente o Avaí não marcou no 2º tempo. Quanto a defesa, no Campeonato Catarinense todos os times sofreram gols no 1º e 2º tempo, enquanto o Concórdia sozinho em 4 jogos conseguiu sofrer 13 gols no segundo tempo.

Abaixo, quadro geral de Gols Pró e Gols Contra das equipes por tempo de jogo:
 
GOLS PRÓ
 
 
GOLS CONTRA
 
 

Performance das Equipes - Paranaense 2011

O Campeonato Paranaense 2011 mostra uma tendência similar ao do Campeonato Brasileiro no que se refere ao tempo dos gols. As equipes tem decidido sua sorte no torneio principalmente nos momentos finais da partida. Os números nos mostram que 60%  dos gols saíram no segundo tempo, enquanto que 40% foram na etapa inicial.

Quando analisamos os gols das equipes dividindo entre mandantes e visitantes a tendência para gols no final da partida ficam ainda mais fortes. Muito disso deve ter a contribuição da quantidade de equipes visitantes que venceram no começo do Campeonato. Se o mandante não saia do empate este buscou o jogo e deu espaço para os visitantes terem melhor sucesso. 29,17% dos gols dos visitantes saíram nos 15 minutos finais de jogo.

Em uma análise mais especifica, time a time até o final da 4ª rodada apenas Paraná Clube e Atlético não marcaram no 1º tempo, enquanto somente o Operário não marcou no 2º tempo. Quanto a defesa, Coritiba e Roma não sofreram gols na 1ª etapa, enquanto que apenas o Atlético segue sem ser vazado na 2ª parte do jogo.

Abaixo, quadro geral de Gols Pró e Gols Contra das equipes por tempo de jogo:

GOLS PRÓ


GOLS CONTRA



sábado, 29 de janeiro de 2011

Pegada Vs Violência



Quando se fala no futebol brasileiro em sua totalidade logo nos vem em mente que quanto mais ao Norte/Nordeste mais aberto o jogo é. Entende-se que o futebol arte, a técnica é mais valorizada e não tanto a disciplina tática. Nessa mesma tendência é comum ouvirmos que o futebol brasileiro quanto mais ao Sul mais pegado é. Jogo pesado, disciplina tática e mais mecânico.

Entretanto existe uma grande diferença entre esse jogo pesado e a violência. Importante salientar isso, pois associa-se que o jogo é mais violento ao passo que é mais pegado.

Quando analisamos os estaduais do Sul encontramos esse tema impotante "Pegada Vs Violência", afinal de contas o Campeonto Gaúcho é o menos violento enquanto que o Paranaense é o mais violento, desmentindo essa máxima do senso comum no que se refere ao tema.

Bastaram 4 rodadas para encontrarmos números discrepantes nesse aspecto. Confira os números abaixo:

CAMPEONATO GAÚCHO

5 vermelhos por dupla advertência + 5 vermelhos direto = 10 cartões vermelho em 31 jogos. Uma média de 0,32 cartão vermelho por jogo

CAMPEONATO CATARINENSE

5 vermelhos por dupla advertência + 3 vermelhos direto = 08 cartões vermelho em 20 jogos. Uma média de 0,40 cartão vermelho por jogo

CAMPEONATO PARANAENSE

7 vermelhos por dupla advertência + 8 vermelhos direto = 15 cartões vermelho em 24 jogos. Uma média de 0,62 cartão vermelho por jogo

GOLS

Quando o assunto é bola na rede o futebol mais violento do Sul é também o menos eficiente, confira:

CATARINENSE: 70 gols, média de 3,50 por partida
GAÚCHO: 79 gols, média de 2,54 por partida
PARANAENSE: 57 gols, média de 2,37 por partida

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Sem Contrato?



Um fato curioso chamou atenção no Campeonato Gaúcho pela 3ª rodada no dia 24 de janeiro. Na súmula eletrônica consta que o camisa 9 da equipe do São José, que enfrentou o Juventude naquele dia, foi o atleta Anderson Chaves Trindade, entretanto esse atleta segundo consta em nossa base de dados não possui contrato e nem está na equipe do São José ( http://www.saojose.net/profissional.htm ).

Revisamos a página do São José na CBF e revisamos o BID desde 1º de Junho de 2010 e nada foi encontrado no que se refere a um contrato entre Anderson e São José. Em sites especializados na cobertura do Gaúcho 2011 consta que o atacante da partida entre São José e Juventude foi Gabriel Schacht. Gabriel tem contrato com o São José e atuou nas partidas anteriores da equipe gaúcha no estadual. Tudo indica que foi apenas um erro na súmula.

O Rei dos pênaltis

Nesse começo de temporada uma entre as trinta e oito equipes que disputam os torneios regionais do Sul do país vem se destacando pela quantidade de pênaltis marcados a seu favor. Trata-se do Rio Branco de Paranguá.

Ao todo a equipe do litoral paranaense já teve marcado a seu favor três pênaltis em quatro jogos. Na primeira rodada, contra o Roma, na derrota por 3 a 1, na segunda rodada contra o Paraná na vitória por 2 a 0 e na terceira rodada contra o Cascavel no empate em 2 a 2. O mais importante disso tudo é que os 3 pênaltis foram claros a favor da equipe vermelha e branca. Isso sem mencionar outras penalidades que não foram marcadas a favor do Rio Branco.

Isso só vem a provar dois princípios de ataque importantes muito bem utilizados pela equipe do litoral em virtude da sua postura tática em campo. Méritos ao treinador Saulo de Freitas. Ilustrando os dois princípios de ataques comentados, profundidade e penetração postarei a seguir dois slides de uma ótima palestra do treinador campeão Mundial, Carlos Alberto Parreira. Créditos dos slides a esse grande treinador.

Penetração:


Profundidade:



quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Eis que surge o 1º gol espírita dos Estaduais 2011

Em nosso acompanhamento dos Campeonatos Paranaense, Catarinense e Gaúcho eis que surge o 1º gol espírita. O jogo foi entre Paranavaí e Roma. Eram jogados 62 mintuos (17 do 2º tempo) e a equipe da casa vencia por 2 a 0 quando Herbet Lineu Lazaro Duarte, mais conhecido como Cipó, descontou para o time de Apucarana. Entretanto Cipó entrou no lugar de Alex Ricardo Vieira aos 63 minutos (18 do 2º tempo), como explicar esse gol, se não como um gol espírita?

A súmula é o documento oficial de uma partida. Além de ser preenchida com riqueza de informações ela também deve ser preenchida com muita atenção. Cabe ao árbitro relatar tudo que acontece no jogo, sem omitir nada. Infelizmente por diversas vezes encontramos falhas e desencontro de informações nesses documentos. Sem generalizar, obviamente, aja visto que um desencontro de informação como esse citado nesse post foi um pequeno detalhe de 1 minuto, mas existem desencontros ainda mais absurdos e diferentes nas súmulas até mesmo de Série A de Campeonato Brasileiro.

Veja aqui a súmula entre Paranavaí x Roma.